Como entender a segunda morte citada no Livro do Apocalipse (21-8)

O corpo mortal é formado no seio da mãe e seu destino final é o seio da terra.
Mas a alma transmigra através de várias vidas, colecionando experiências que incorpora em si mesma.
Por isso, ajunta tesouros no céu quando extrai sabedoria dessas experiências.

No versículo 6 do mesmo capítulo 21, portanto imediatamente antes da alusão à segunda morte, está escrito: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o Começo e o Fim”.
Começaremos daí nossa reflexão.
Para você que está lendo esse texto, acho interessante você ler todo o capítulo 21, para entender melhor.

Na maturidade dos tempos do Antigo Testamento, Jesus desce à Terra para aperfeiçoar a Lei, diante do necessário ajuste periódico para que o dia se faça cada vez mais claro. Essa fase foi chamada de Fase Alfa da Era Cristã.

Poucos O compreenderam, Sua Doutrina ainda estava muito distante dos corações humanos.
E durante um período de uma Era Astrológica, que dura em torno de 2000 anos, as almas foram tendo seus aprendizados com a finalidade de abrir a visão da alma.

Podemos considerar que até o final desse período a alma recebia novas chances, e portanto, morria e renascia.
No entanto, ao completar a maturidade da fase Ômega que podemos interpretar como o momento presente, as almas que ainda não abriram seus olhos para a vida invisível, que ainda não tem olhos de ver, porque seus corações se envolveram tanto com a matéria que se tornaram céticas, essas almas sofrerão a segunda morte, isto é, não mais voltarão à vida.
Serão destruídas.

Como sabemos que Deus está em nós mais do que nós mesmos (Santo Agostinho) podemos então deduzir que Deus lhes retira o livre arbítrio porque não se reconhece nessas almas céticas e prefere não lhes conceder mais o dom da Vida.

Como essas almas não conseguiram aprender a amar e a elevar seus corações, não terão condições de participar da Nova Consciência onde o Amor ensinado por Jesus Cristo é a Suprema Lei.





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