A verdadeira função da religiosidade é nos ensinar a amar

Quanto tempo ainda será necessário?
Para aprender a ver além das aparências?
É simples: amar as pessoas pela Luz que emanam. E ter compaixão por aqueles que ainda sofrem, isto é, que não vivem na Paz.

Assim, encontramos a verdadeira liberdade.
Porque a carne é apenas um instrumento do espírito.
E enquanto não se abrirem para essa verdade, a luz interior não se acende.

A verdadeira função da religiosidade é nos ensinar a amar, é conectar nossa alma com a Criação.
Abrir nossos olhos para a maravilha que é termos um corpo, uma mente, um coração e um espírito capazes de se maravilhar com o Universo e suas manifestações.
O Um no Verso
E o convite do Amor em nos tornarmos Um com Ele… Deus é Amor.

A conexão é silenciosa, o coração sente uma paz indizível, e nos sentimos profundamente felizes, mesmo em situações difíceis.
Essa conexão é o resultado de um trabalho feito por nós no silêncio de nossos corações em amar ao nosso Pai Criador com todas as nossas forças, com todo o nosso entendimento e com todo o nosso coração.
O primeiro mandamento já contém todos os outros, inclusive o amor a nós mesmos como a nossos semelhantes, fruto da compreensão de que temos Sua Centelha em cada um de nós.
Já sabemos que Ele é bom, portanto tudo que Ele criou é bom. E que precisamos aprender a administrar a Vida, usando tudo de forma benéfica ou para trazer o Bem sempre em nosso meio.

Portanto, a verdadeira religião torna você um templo e então os verdadeiros adoradores compreendem que Ele é adorado em Espírito e Verdade e não em um templo de tijolo, ou mesmo em uma montanha…

Todos temos que atingir novos patamares de compreensão Crística.
Justiça é fundamental e a base do AMOR.

Aprende que existe uma realidade além de todas as circunstâncias materiais que nos une independente de raça, sexo, instrução, classe social. E que em última análise Deus é Ele mesmo tudo isso.

Que independente de ser masculino ou feminino, o que capacita um ser humano a representar o divino não é prerrogativa de ser masculino, mas a intensidade de seu Amor a Ele e a Sua Obra.

Coisas de homens… que não reconhecem a igualdade entre os sexos ainda hoje.

E naqueles tempos tão distantes, onde a mulher era tão discriminada, nosso Mestre apareceu primeiro para uma mulher… cada gesto Seu foi uma lição de igualdade e de AMOR.

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